Seu filho não obedece, e nada do que você tenta dura mais de uma semana.
Você provavelmente já recebeu muitos conselhos sobre como educar. Aqui, a proposta é conversar sobre estratégias apoiadas pelo conhecimento científico e adaptadas à vida real.
Sou psicóloga e ofereço orientação parental para pais que querem trocar a briga de todo dia por uma rotina que funcione. Atendo online para todo o Brasil e presencialmente em Brasília.
Essa conversa inicial, chamo de Sessão Semente. É nosso primeiro contato para eu conhecer vocês, escutar sua necessidade e entender como poderei ajudá-los nessa jornada.
Você se esforça, cuida, tenta encontrar o melhor caminho e, ainda assim, pode terminar o dia achando que errou.
Você já tentou conversar. Já tentou tirar o brinquedo. Já tentou não brigar, e já tentou brigar. Aí sua sogra falou uma coisa, sua amiga falou outra, a mãe do grupo da escola falou uma terceira, e o vídeo que apareceu no seu celular às onze da noite falou tudo diferente.
No fim do dia você deita achando que não acertou em nada.
Você não é uma mãe ruim. Você está fazendo o melhor que consegue com as informações e os recursos que tem. Talvez esteja precisando compreender melhor o comportamento do seu filho e as suas próprias reações.
A ciência
Palpite você já tem de sobra
Muitas pessoas têm opiniões e experiências sobre como criar filhos, mas cada família tem uma realidade própria.
O que quase ninguém te ofereceu ainda foi explicação. Por que uma criança de três anos se joga no chão do mercado, por que uma de sete responde atravessado, por que a hora do banho vira guerra todo santo dia. Isso não é mistério. É desenvolvimento infantil, e já foi estudado.
Birra, por exemplo, não é manha nem falta de limite. É uma criança que ainda não consegue se acalmar sozinha. Tem jeito de atravessar isso sem gritar e sem ceder, mas ninguém acerta esse jeito por intuição.
A rotina
O dia inteiro virou negociação
- Dormir. Duas horas para ir para a cama, três copos de água, e no fim ninguém dorme na própria cama.
- Tela. Tirar o tablet da mão é o pior momento do dia, todo dia.
- Banho. Você chama pela quarta vez e já começou a gritaria.
- Mercado. O chão, a birra e os olhares em volta.
- Refeição. A comida esfriando enquanto você negocia cada garfada.
São situações diferentes com a mesma raiz. É por isso que resolver uma de cada vez nunca dura.
A psicóloga
Ana Carolina Leal, psicóloga
Sou psicóloga, inscrita no CRP 01/12392, com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Parentalidade Consciente. Trabalho com parentalidade consciente — também chamada de orientação parental ou treinamento parental —, que é o nome técnico de uma coisa simples: entender o que acontece dentro da criança para saber o que fazer do lado de fora.
Ser psicóloga muda o que eu consigo enxergar na sua casa. Eu não leio só o comportamento do seu filho. Leio o que acontece entre vocês dois: o que dispara a crise, o que a sua reação faz com ele, e o que da sua própria história está pesando naquele momento sem você perceber.
É essa leitura que faz o plano funcionar de verdade, porque ela alcança o que nenhuma técnica solta alcança. E é por isso que eu não vou te dar palpite. Palpite você já tem de sobra.
O formato
Aqui não é o seu filho que vai para a sessão
O psicólogo infantil atende a criança. Fecha a porta com ela, faz o trabalho dele, e você fica na sala de espera esperando um retorno.
Aqui é o contrário. Quem senta na sessão comigo é você, junto com quem mais cuida do seu filho no dia a dia: avó, pai, madrasta, babá, quem estiver junto.
Faz sentido, se você pensar que a criança passa uma hora por semana com um profissional e o resto da semana com vocês.
O plano
Como funciona
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Conversa inicial, sem custo. Você conta o que está acontecendo na sua casa e eu escuto. Sem compromisso, e sem julgamento pelo que você já tentou.
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Leitura da rotina. Eu converso com cada pessoa que cuida do seu filho, porque o que trava a rotina quase nunca está só na criança.
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Um plano feito para a sua realidade. Se a sua casa acorda às cinco da manhã, o plano é para uma casa que acorda às cinco da manhã. Não adianta receber uma rotina que só funciona em outra vida.
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E depois? O acompanhamento é mensal, pelo tempo que a sua família precisar. A gente ajusta mês a mês, porque cada fase da criança traz uma demanda nova.
Crianças neurodivergentes
Seu filho tem terapia. E você, tem apoio?
Se o seu filho tem TEA, TDAH, TOD ou qualquer outra neurodivergência, a agenda dele provavelmente está cheia. Terapia, fono, TO, escola.
E quando ele entra em crise às sete da noite, no meio da sua sala, quem está ali é você. Sem plantão e sem ninguém para perguntar.
O meu trabalho é para essa hora. Ele não substitui nenhuma terapia do seu filho, e eu não faço avaliação nem diagnóstico. Ele preenche o que ficou vazio, que é você saber o que fazer no meio da crise e o que fazer depois que ela passa.
De uma mãe que reage para uma mãe que conduz
Eu não prometo criança obediente, porque isso não existe.
O que eu busco com você é outra coisa: que você entenda o que está acontecendo e saiba o que fazer com aquilo, sem decidir no susto e se culpar depois. Que a hora de dormir deixe de ser um campo de batalha. E que sobre um pouco de você no fim do dia.
Perguntas frequentes
Preciso levar meu filho?
Não em todas as sessões. Apesar de o trabalho ser direcionado aos pais e/ou cuidadores, em algum momento interajo com a criança para que eu a perceba e entenda ela dentro da relação de vocês. Mas tudo será combinado.
E se meu marido não quiser participar?
Dá para começar com quem topou. Muita gente chega assim. Quando a rotina começa a mudar, quem não quis participar costuma entrar por conta própria.
Atende por plano de saúde?
Não. Atendo só particular, com pagamento parcelável.
Meu filho tem TEA, TDAH ou TOD, isso serve para a gente?
Serve, e é uma parte importante do meu trabalho. Não substitui as terapias dele, e eu não faço avaliação nem diagnóstico. É apoio para quem cuida.
Quanto tempo dura?
Todo o acompanhamento é desenhado especificamente para a sua família e seu contexto. Portanto, depende da demanda e dos resultados.
Qual o valor?
Eu passo o valor na conversa inicial, junto com a proposta de frequência para o seu caso.
É online ou presencial?
Os dois. Atendo online para todo o Brasil e presencialmente em Brasília.
A primeira conversa é gratuita e não compromete você com nada
Você fala sobre o que está vivendo, eu escuto e te ajudo a enxergar com mais clareza o que acontece na sua casa. Mesmo que opte por não prosseguir o acompanhamento, em um primeiro encontro, você já sai com novas perspectivas.